Rosan sonha com ‘Reffis municipais’

Entre 2005 e 2008 o São Paulo dominou o futebol brasileiro. Títulos nacionais e internacionais transformaram figuras comuns, como Diego Lugano, em ídolos e o já ovacionado Rogério Ceni no M1TO. Paulo Autuori e Muricy Ramalho também passaram a ser respeitados pelo torcedor. Até mesmo profissionais que a ficavam quase que invisíveis passaram a ser exaltados pelos lados do Morumbi.

O jejum de títulos nas temporadas seguintes levou o torcedor são-paulino a relacionar a ‘crise’ às demissões do preparador Carlinhos Neves, do fisiologista Turíbio Leite de Barros e do fisioterapeuta Luiz Alberto Rosan. O Reffis (Núcleo de Reabilitação Esportiva Fisioterápica e Fisiológica) funcionava como atração para reforços como Ricardo Oliveira e Adriano Imperador.  Com isso, os profissionais envolvidos ganharam notoriedade.

O enorme potencial do setor implantado nos centros de treinamentos da Barra Funda (profissionais) e de Cotia (base) teve participação decisiva de Rosan. Aliás, em entrevista ao GRANDE JOGADA, o fisioterapeuta exaltou o Reffis como seu grande legado na fisioterapia.

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