Das quadras do Itapirão para o mundo

 

Rodrigo Guedes do Prado. Para a geração de 74 do basquete itapirense é mais fácil chamar de Guedes. Filho de José Armando do Prado e Benedicta Guedes do Prado, a dona Lelo, ele também é herdeiro do basquete. Foi a modalidade que lhe deu a oportunidade de construir uma carreira e de conhecer países que antes faziam parte apenas do imaginário do garoto criado no Itapirão.

O ginásio Benedito Alves Lima (Itapirão) é a segunda casa do atual treinador de basquete do St Pauls School, colégio britânico situado na região dos Jardins, em São Paulo. Entre o início ainda como jogador amador e a atual função na capital, Guedes passou por muita coisa. O gosto pelo basquete surgiu desde cedo, assistindo jogos pela TV e o  fez ingressar na equipe de Itapira, no final da década de 80.

Foi lá que conheceu aquele que trata como segundo pai. “Tive grandes treinadores, como o Flávio (Figueiredo), mas o Claudinho Sartori é especial. Digo que 50% de todo conhecimento que tenho hoje eu devo a ele. Ele não me formou apenas como profissional, mas como pessoa também. É um cara sensacional e que faz um trabalho sensacional”, enfatizou Guedes. Integrantes das equipes de Itapira nos Jogos Regionais entre 1990 e 1998 (com exceção de duas temporadas, quando foram formadas equipes com atletas de outras cidades), Guedes também atuou no CCRN (Clube Campineiro de Regatas e Natação).

Leia a matéria completa na edição desta sexta-feira, 3, o Grande Jogada.

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