CAPOEIRA E RESSOCIALIZAÇÃO

Esporte e dança milenares. Incorporada pela cultura brasileira desde a chegada dos primeiros africanos ao país, ela é uma mistura de sons, ritmos, passos e movimentos que trafegam entre a aspereza da luta e a leveza do jogo. Com penetração em diversas classes sociais, ela representa muito em uma das bandeiras que o GRANDE JOGADA levanta desde sua primeira edição. A transformação através do esporte. Acreditando nessa ideia é que o professor Carlos de Souza, graduado no esporte como “Mineiro”, comanda um projeto onde oferece a internos da Fundação Casa de Mogi Mirim, aulas que ensinam desde os primeiros passos da modalidade, mas, ajudam também na disciplina, na melhora da autoestima e na reintegração social.

Formado em Educação Física e professor da  unidade Mogi Mirim desde 2010, desde sua chegada, ele procurou incluir a capoeira no cotidiano de suas aulas e  a usa por desenvolver tanto a parte da luta, quanto da dança e dos aspetos culturais que estão por trás da prática. A principal motivação, segundo Mineiro, é mostrar para os menores que todos, sem nenhum tipo de distinção, podem praticar em esse esporte. “Em uma roda de capoeira, facilmente você encontra  um doutor, um analfabeto, branco, preto, deficiente visual, deficiente físico, várias  situações dentro da roda de capoeira onde todos são iguais”

Leia a matéria completa na edição desta sexta-feira, 26, do GRANDE JOGADA.

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