Triatleta mogimiriana quer vaga em mundial

Há inúmeras maneiras de se tornar um triatleta. Pode ser pelo simples desejo de desafiar o próprio corpo, por se inspirar em histórias vistas em filmes ou na TV, pela inspiração em um professor ou vice e versa. Este último item resume a história de Larissa Segeren com a modalidade. A mogimiriana começou no triatlo de um jeito um pouco diferente.

“Comecei por incentivo de um aluno que era atleta. Eu nadava pouco, apenas no verão. Para acompanhá-lo comecei a correr e ele sempre brincava, dizendo que eu levava jeito para o esporte para quem nunca correu, que eu tinha futuro”. O início da trajetória foi em 2013, quando a personal trainer começou a nadar mais e também a fazer aulas de spinning. “Até peguei uma bicicleta emprestada”, relembra.

Com dois meses, fez o primeiro aquashow (nadar e correr) e com meio ano treinando se arriscou na primeira prova de triatlo. “Foi quando realmente tive a certeza de querer me dedicar a treinar”. Em 2014, teve que abandonar a modalidade temporariamente por motivo de saúde, mas retornou à ativa e já coleciona bons resultados.

Leia a matéria completa na edição desta sexta-feira, 07, do GRANDE JOGADA.

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