CRISE CHEGA À JUSTIÇA

Novembro de 2016. O Mogi Mirim Esporte Clube convoca seus associados para uma assembleia extraordinária no estádio Vail Chaves. Dezenas de membros ligados à atual diretoria, às gestões Rivaldo Ferreira e Wilson de Barros, e outros integrantes do quadro social discutem o futuro do Sapão. O clima cordial parecia o prenúncio de uma aproximação de grupos opositores.

Quase quatro meses depois, a situação é completamente diferente. O Grupo SOS Mogi, formado por associados do clube e figuras importantes da comunidade mogimiriana, acionou a Justiça. A ação é assinada por Geraldo Vicente Bertanha, ex-funcionário do clube e atualmente vereador pelo SDD.

O processo foi distribuído no dia 27 de fevereiro para a 4ª Vara do Foro de Mogi Mirim e está sob a responsabilidade da juíza Maria Raquel Campos Pinto Tilkian Neves. Na sexta-feira (3), foi publicada a decisão da magistrada sobre a liminar solicitada pelo SOS. O pedido de tutela de urgência foi indeferido pela juíza.

Na terça-feira (7), a assessoria de imprensa do Mogi anunciou que, no dia seguinte, o presidente Luiz Henrique de Oliveira iria conceder entrevista no estádio Vail Chaves. O motivo seria a tentativa de tomada do clube pelo Grupo SOS. A coletiva foi cancelada sob a justificativa de compromissos assumidos anteriormente. No mesmo dia, o Grupo SOS se manifestou perante a imprensa e garantiu que não há nenhuma intenção de destituir Oliveira. A intenção, segundo o advogado José Carlos Fernandes, um dos líderes do movimento, é gerar o debate da população sobre o tema.

Leia a matéria completa na edição desta sexta-feira, 10, do GRANDE JOGADA.

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