“A DANÇA MUDOU MINHA VIDA”

Como você combate os seus problemas? Se acomoda, chora ou se entrega a vícios perigosos? Ou levanta, luta e vence? Claro que cada ser humano é diferente e as peculiaridades proporcionam destinos diferentes. Mas, no final, o que todos querem é simplesmente ser feliz. Em um mundo cheio de estigmas, se sentir bem consigo mesmo é uma conquista que merece louros e pódios.

O esporte é muitas vezes o combustível para uma sensação que parece fugaz, mas que é essencial. A auto-estima. Ela não é simplesmente um motivo para tornar livros best-sellers. Ter esta felicidade dentro de si é um passo para vencer doenças, como a depressão. Para a itapirense, Ana Cláudia Campestrini,  a Nany Barreto, a mescla entre a prática de exercícios físicos e a dança transformou sua vida.

O sobrepeso era um tormento. Aos 26 anos, atingiu os 98 quilos e as brincadeiras que antes pareciam não incomodar, se tornaram um problema. Nany começou a fazer exercícios. “Decidi mudar porque eu cheguei em um peso, que eu olhava no espelho e não me sentia bem e sim bem incomodada. Foi aí que percebi que o que eu comia não me fazia bem e sim infeliz. Me adaptar à rotina nova, não foi fácil. Mas, quando vi meus resultados, não parei mais. Me sentia bem comigo mesmo e mais segura”.

Leia a matéria completa na edição desta sexta-feira, 28, do GRANDE JOGADA.

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