A CULPA AGORA É DA IMPRENSA

Três rebaixamentos, dívidas trabalhistas, atraso no pagamento de fornecedores, disputas judiciais, discussão com torcedores, venda do mando de jogo, interdição do estádio Vail Chaves e veto à entrada de menores. Estes são alguns dos ‘feitos’ acumulados pela diretoria do Mogi Mirim desde 2015. Os sucessores de Rivaldo, que já acumulava polêmicas com a comunidade local, ampliaram a lista de tragédias do clube.

Ou, alguma outra vez na história, o Sapo havia amargado um rebaixamento para a Série A3? Nesta semana, um novo capítulo começou a ser escrito e a diretoria resolveu direcionar o discurso de vitimização à imprensa local. Em entrevista ao jornal A Comarca, o mandatário afirmou que não fala mais com os jornais O Popular e GRANDE JOGADA. Afirmou que, estes periódicos, estariam a serviço do Grupo S.O.S MMEC. Uma declaração repugnante, descabida de provas e que ataca a imagem de jornais que prestam serviços de alta relevância à comunidade local. Uma posição que não condiz com o cargo que ostenta desde 15 de julho de 2015.

Leia a matéria completa na edição desta sexta-feira, 5, do GRANDE JOGADA.

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