AS LIÇÕES DE UMA MEDALHA

Foram oito anos de espera. Mas, uma espera que valeu a pena. A conformação com o quarto lugar na final do revezamento 4×100 metros feminino nas Olimpíadas de Pequim, em 2008, se transformou numa surpresa e grata alegria em 2016. Foi em agosto do ano passado que Lucimar Moura, Rosemar Coelho Beto, Thaissa Presti e Rosangela Santos foram informadas que herdariam a medalha de bronze daquela olimpíada.

Isso se tornou real após a equipe russa ter a medalha de ouro conquistada na oportunidade cassada pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) por causa do doping da atleta Yulia Chermoshanskaya. Com isso, a Bélgica ficou com a medalha de ouro, a Nigéria ficou com a prata e o Brasil com o bronze. As medalhas foram entregues oficialmente no dia 29 de março deste ano, na 18ª edição do Prêmio Brasil Olímpico, e as quatro atletas entraram para o seleto grupo de medalhistas olímpicas.

Uma mudança na história que transformou a vida de três dessas medalhistas. Hoje, depois de encerrar a carreira nas pistas, Lucimar, Rosemar e Thaissa se dedicam a outros projetos, como o incentivo à prática da atividade física, motivo pela qual vieram à região na semana passada, como parte da programação do Dia do Desafio promovido todos os anos pelo Sesc (Serviço Social do Comércio).

Em meio aos compromissos com professores, secretários de esportes e vivências com alunos da rede pública de ensino, as três medalhistas reservaram um tempo para uma entrevista ao GRANDE JOGADA, onde falar da medalha, do legado deixado pela conquista e da realidade esportiva.

Leia a entrevista completa com as atletas na edição desta sexta-feira, 26, do GRANDE JOGADA.