Free Play de Mogi investe em tecnologia inovadora

 

Exigir o melhor de cada atleta é o padrão de qualidade da Free Play de Mogi Mirim. Mas, para que cada um dos nadadores possam oferecer seu máximo, a academia está a todo instante pensando em dar este respaldo. Os treinos acontecem na própria sede, mas também são expandidos para a ótima estrutura oferecida pelo Clube Mogiano. Além disso, a presença de profissionais de destaque nacional junto aos atletas, seja em Mogi ou em clínicas em outros clubes, complementam o desenvolvimento dos alunos.

A questão chave é que, para vencer em uma modalidade que cresce a cada dia no Brasil, é preciso também algumas ações vanguardistas e a Free Play busca estar sempre um passo à frente. Nas últimas semanas, a academia mogimiriana investiu na aquisição de equipamentos de tecnologia. Um drone é nova ferramenta da Free Play para contribuir na evolução dos alunos.

De acordo com Ricardo Antônio Martiniano, coordenador da equipe, as filmagens são para correções de técnica. “Conseguindo filmar os atletas de todos os ângulos, conseguimos detectar os erros e os acertos das técnicas e fazer com que eles consigam visualizar isso”. O treinador enfatizou que quando os atletas estão nadando, os movimentos são feitos pela sensibilidade, mas que, com o visual, eles terão a oportunidade de ver o que está errado e consertar estes gestos técnicos.

“Com a filmagem aérea, é como se eles estivessem se vendo em um espelho. É interessante ver se eles estão saindo da trajetória do nado, entrada na água, ondulação do quadril, se estão rodando muito o quadril para direita ou esquerda para que vão ajustando a técnica e eles vão evoluindo no nado e na natação”, destacou Martiniano.

Apesar de toda complexidade da nova ferramenta, o método de trabalho é original. O investimento não foi baseado em outros modelos e a ideia surgiu de forma inusitada. “No final do ano passado fizemos confraternização em uma chácara. Um amigo nosso tinha um drone e começamos a fazer fotos e a filmar e pensei. Estão usando isso na agricultura e em tantas coisas e não é possível que não dê certo na natação. É uma novidade para o pessoal”.

Na vanguarda e quebrando o paradigma de que nada se cria, tudo se copia, o treinador afirmou que o desenvolvimento que a natação pode ter com o drone vai muito além daquilo que ele e seus alunos já estão executando e ele compartilha algumas ideias que, em breve, devem ser colocadas em prática. “Podemos pegar o atleta, calcular a velocidade que você quer o atleta nade e colocar o drone para andar encima do atleta na velocidade que foi programado. Por exemplo, nadando costas e fazer com que ele acompanhe o drone na velocidade que você programou. Ou na lateral do atleta, ele nadando o crawl e fazer ele acompanhar as velocidades que o drone está”. As filmagens subaquáticas, terrestres e aéreas já são uma realidade para a Free Play, que segue com o trabalho voltado para as competições do segundo semestre. Sempre de olho no futuro!

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