Agosto Dourado: amamentação e saúde

No mês de agosto, é comemorado o “Agosto Dourado”, para divulgar e incentivar a amamentação. A cada ano que passa, os resultados são mais expressivos, mostrando que o assunto tem ganhado vez e espaço na sociedade. A criança que recebe o leite da mãe no primeiro semestre de vida não precisa de qualquer outra fonte de alimento, nem mesmo água.

Segundo Fernanda Monteiro, coordenadora das ações de Aleitamento Materno do Ministério da Saúde, ao longo dos 25 anos de realização de campanhas focadas no tema, as taxas de aleitamento materno exclusivo tem aumentado. “A amamentação exclusiva passou de 3% em 1986 para 41% em 2008. A meta mundial é de alcançar 50% de aleitamento materno exclusivo até 2025”, disse.

A recomendação da Organização Mundial de Saúde e Ministério da Saúde é de amamentar com leite materno até o dois anos ou mais, sendo de forma exclusiva até o sexto mês de vida do bebê.

 

Semana Nacional de Amamentação 2017

Com o slogan “Amamentar: ninguém pode fazer por você. Todos podem fazer junto com você”, a campanha da Semana Nacional de Amamentação do Ministério da Saúde deste ano tem o objetivo fortalecer a participação e o cuidado de pais, familiares, empresas, educadores e toda a sociedade no processo de aleitamento, garantindo a alimentação exclusiva com leite materno até os seis meses de vida. Esta orientação é preconizada pelo Ministério da Saúde e pela Organização Mundial da Saúde.

O novo Marco Legal da Primeira Infância (Lei nº 13.257/2016) permite a prorrogação de 5 para mais 15 dias o período da licença paternidade, desde comprovado o envolvimento do pai com o desenvolvimento do bebê. “Quanto mais tempo as crianças são amamentadas, mais elas adquirem resistência às doenças e intensificam sua relação afetiva com a mãe. Este ano, estamos envolvendo também os pais nesta fase. Por isso, estamos apoiando a ampliação da licença-paternidade daqueles pais que são envolvidos com os cuidados das crianças, para que possam cada vez mais auxiliar as mães, criando um ambiente de conforto e condições adequadas para esta prática tão importante, que é a amamentação”, ressalta o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Fonte: Saúde Brasil

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