Mogi Mirim: SÓ RESTA ESPERAR

O pedido de tutela provisória de urgência feita por representantes do Grupo S.O.S. Mogi Mirim para a destituição imediata do presidente Luiz Henrique de Oliveira e toda a diretoria e membros do conselho, ainda não recebeu um parecer da Justiça. O pedido foi apresentado na segunda-feira, 18, junto à ação de destituição definitiva dos dirigentes.

A única manifestação feita pela juíza Maria Raquel Campos Pinto Tilkian Neves, responsável por julgar a ação, é a de que os autores indiquem os cargos ocupados pelos réus  num prazo de 10 dias, sob pena de indeferimento da petição. Como o despacho da juíza foi na sexta-feira, 22, a defesa dos associados precisa se manifestar até o início da próxima semana.

No pedido, os autores requerem que a Justiça reconheça a legalidade das deliberações tomadas pela Assembleia Geral, promovida pelos associados, no dia 18 de julho de 2017. Na ocasião, ocorreu a destituição dos mandatos dos 16 réus citados na ação impetrada por nove autores, representando os associados.

Além disso, eles querem que a Justiça investa os autores nos cargos para os quais foram designados em Assembleia Geral, conferindo-lhes exclusividade na representação do clube na forma das disposições estatutárias, bem como determinar os réus o imediato afastamento de suas funções, que deverão se abster de praticar quaisquer atos de gestão do coautor, o Mogi Mirim EC.

Saiba mais na edição desta sexta-feira, 29, do GRANDE JOGADA.

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