Mogi Mirim: O futuro é cada vez mais incerto

Encontrar novos adjetivos para ilustrar o momento do Mogi Mirim Esporte Clube é uma missão quase impossível. O caos é tão grande que, após um embrião de revolta, pouco se fala sobre a atual situação do clube. Sem funcionários, sem perspectivas e lotado de incertezas. O Sapão não tem um norte para 2018. É um quebra-cabeça de edição especial.

Na terça-feira (7), a juíza Maria Raquel Campo Pinto Tilkian Neves, da 4ª Vara do Foro de Mogi Mirim, indeferiu o pedido de antecipação de tutela, pretendida por membros do Grupo S.O.S, para destituir o presidente Luiz Henrique de Oliveira. A magistrada destacou em sua decisão, que a concessão era inviável uma vez que não foram demonstradas pelos autores suas condições de associados do clube.

“Ainda que satisfeitos todos os requisitos legais e estatutários para a destituição dos requeridos dos cargos de direção do clube. Somente nesta condição e evidenciando a satisfação do quórum exigido pelo estatuto social é que poderiam convocar a assembleia geral e nela deliberar”. A ação foi impetrada há quase dois meses, com o objetivo de destituir o presidente e outros membros da atual diretoria. Entre os argumentos da juíza para negar o pedido, está a pendência na atual reestruturação do clube a definição adequada acerca de quem seriam seus sócios. “Então, instalou-se a controvérsia a respeito de quem seriam os sócios com edição de atos normativos internos ao clube, cujos efeitos foram, em parte, judicialmente suspensos”.

Saiba mais na edição desta sexta-feira, 10, do GRANDE JOGADA.

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