Nova batalha judicial

Membros do movimento ‘SOS Mogi’ ingressaram, novamente, com um pedido de liminar. Desta vez, para que a Justiça suspenda a assembleia geral realizada pelo Mogi Mirim Esporte Clube no dia 18 de novembro, para a eleição de novos dirigentes e conselheiros, bem como torne sem efeito as deliberações do encontro, que reelegeu Luiz Henrique de Oliveira para um novo mandato na presidência do clube, até que seja regularizada a situação do quadro associativo do Sapo.

O novo pedido integra a ação judicial ajuizada pelo SOS Mogi que tentou impugnar a eleição ocorrida no último mês de novembro. Na ocasião, o grupo requereu a concessão de liminar para que assembleia fosse impugnada, até que houvesse a regularização do quadro social e identificação de todos os sócios. Além disso, os autores argumentaram que o clube não respeitou o prazo de 15 dias que antecede o pleito para registro de chapa concorrente.

O juiz Fábio Rodrigues Fazuoli indeferiu o pedido na oportunidade. Disse que ‘se não realizada a assembleia, os valores já gastos para sua realização estarão definitivamente perdidos e, se reconhecida a legalidade da assembleia, a posteriori, novos gastos similares terão de ser novamente realizados para concretizar materialmente a realização da eleição que já deveria ter ocorrido”. Por outro lado, argumentou que ‘se comprovada a ilegalidade e ou abusos imputados, o reconhecimento dessa nulidade poderá ser efetivada na sequência do feito, sem quaisquer novos custos para o clube’.

Saiba mais na edição desta sexta-feira, 15, do GRANDE JOGADA.

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