A bomba que caiu na mão de Cláudio Lopes

Natural de Campinas, mas criado em Mogi Mirim desde os cinco anos de idade e boa parte de sua trajetória tanto pessoal como profissional vivida na cidade. Este é Cláudio Lopes, o Todynho, o treinador que recusa o rótulo de “salvador da pátria” desde a primeira entrevista como efetivado no cargo, mas que aceitou, à partir da nona rodada, a missão quase impossível de evitar que o Sapão da Mogiana sofra provável rebaixamento a Segunda Divisão Sub23, uma espécie de quarto nível do Campeonato Paulista.

Todynho retornou ao Mogi, clube no qual se profissionalizou como atleta, pelas mãos de José Carlos Serrão, na sexta rodada da Série A3, para trabalhar como auxiliar técnico. Com a saída repentina de Serrão para treinar o Sertãozinho, veio o convite para se tornar comandante principal. Não houve dúvidas. “Aceitei principalmente pela identificação e o amor que tenho pelo clube”, afirmou o técnico. Ele pontuou também que, apesar da fase muito difícil, o Mogi pode ser muito importante para a continuidade de sua carreira.

Diante das dificuldades do cenário atual e mesmo com a sequência de rebaixamentos recentes e a baixíssima aceitação da atual diretoria por parte do torcedor, Todynho abre o jogo e diz que o clube precisa de todas as formas possíveis de apoio. “Precisamos de tolerância do torcedor”, pontuou ao reconhecer que o mogimiriano está acostumado com jogadores de maior condição técnica que os atuais. Disse ainda que o clube necessita de apoio de supermercados para a parte de alimentação e empresas que auxiliem na questão do transporte.

Saiba mais na edição desta sexta-feira, 23, do GRANDE JOGADA.

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