Lugar de mulher é no jornalismo esportivo!

Quantas crianças não sonham em viver no mundo do esporte. O desejo principal geralmente é ser o centro das atenções, praticando a modalidade que tanto ama. Porém, esta não é a única maneira de viver uma paixão de infância. O jornalismo esportivo é uma ferramenta que, em muitos casos evidencia a famigerada frase “trabalhar com o que ama”. Neste universo geralmente dominado pelos homens, as mulheres ganham cada vez mais espaço.

É o caso de Renata Cecílio Lutfi, assessora de imprensa do São Paulo Futebol Clube. Um exemplo de quem atua dentro de um segmento que alia. “Sempre fui apaixonada por esportes e por futebol. Quando olho minhas fotos na escola, sempre estava com camisa de futebol. Discutia com os meninos, jogava com eles, e meu pai, que sempre gostou de futebol, mas estava há tempos sem ir em jogos, recomeçou a ir para me levar em jogos, me acompanhar sempre”, afirmou a profissional que desde 2013 trabalha no Tricolor e que atendeu gentilmente a reportagem do GRANDE JOGADA para falar sobre seu trabalho no clube do Morumbi.

Renata era daquelas meninas que sabia tudo de futebol na infância. Jogadores do seu time, dos outros, com quem ia jogar, o que ia acontecer. Quando chegou a época do vestibular, não sabia exatamente o que ia prestar. “A única certeza era que queria me formar em algo que eu pudesse trabalhar com esporte, em especial, futebol. Mesmo insegura inicialmente, a opção foi jornalismo, e foi muito acertada. E eu, acredito que, quem não é apaixonado, não se mantêm no futebol, porque a rotina é árdua, precisa gostar muito de viver aquilo”, destacou.

Confira no especial do Dia da Mulher desta sexta-feira, 2, do GRANDE JOGADA.

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