Pitty sobre Córgo ou Sport: “Quem vier será um grande jogo”

Campeão em 2012, 2015 e 2017, o Valencia quer mais. Classificado para a semifinal da Primeira Divisão da Copa Itapira de Futebol Amador, o Morcegão sonha com o quarto caneco. O elenco conta com atletas de longa data na equipe e outros que desembarcaram neste ano. Entre as peças importantes, está o atacante Pitty, que também coleciona passagens por clubes como o Paulistano.

Foi ele o autor do gol da vitória diante do Guarani, em cobrança de pênalti. O jogo marcou o retorno do atacante aos gramados após quase três meses lesionado. Um período complicado, mas superado. Agora, a expectativa é lutar por um bicampeonato que não ocorre há anos na cidade (desde o Latitude, na década passada) e pela quarta taça em números gerais para o Valencia. Abaixo, você confere um bate-papo com o jogador do Morcegão.

Como foi para você ficar todo esse tempo fora dos gramados e das quadras? Como foi o tratamento?

Foi a pior fase da minha vida. Foi uma lesão complicada, que me tirou da fase final do futsal e de alguns jogos, tanto em Itapira, como em Mogi Mirim. Eu fiquei 60 dias com a perna imobilizada, sem poder coloca o pé no chão. Depois, foram sessões de fisioterapia e fortalecimento, até voltar a jogar. Mas, graças a Deus, tudo correu bem e consegui voltar a fazer o que mais amo, que é jogar futebol.

E como você avalia a temporada do Valencia? Quais as semelhanças e diferenças dentro de campo em relação ao time campeão de 2017?

A temporada está sendo ótima. Nosso time está jogando muito bem, nosso grupo está muito fechado e principalmente, a amizade dentro e fora de campo, que é o que faz a maior diferença. A semelhança com 2017 é que os jogadores que vieram para esse ano se encaixaram muito bem no nosso esquema e o estilo de jogo continua o mesmo.

Quais as lições tiradas a partida com o Guarani?

A maior lição do jogo do Guarani é que criamos muitas oportunidades que não podemos desperdiçar na semifinal. Nosso time criou muitas jogadas, fez um ótimo jogo, mas, precisamos fazer os gols para não sofrer na defesa. São jogos de mata-mata, precisamos ser cirúrgicos para não dar brecha ao adversário.

O fato de vocês terem conquistado títulos recentes torna vocês mais visados? Ser visado, é bom ou ruim?

Torna sim. Estamos na quarta semifinal seguida e o nosso time, desde 2015, vem conquistando títulos e se tornando a grande equipe de Itapira. É bom ser visado, porque mostra que somos respeitados na cidade por todas as equipes por tudo que fazemos dentro de campo, jogando e conquistando títulos.

O que você espera da semifinal? Conhece bem os possíveis rivais, Córrego do Coxo ou Sport?

Espero uma semi bem disputada e equilibrada. Em uma semi você tem que estar bem concentrado e focado para não ter erros que faça você fica pelo caminho. O Córgo, nós jogamos na primeira fase e foi um jogo bem difícil, que valorizou muito a nossa vitória. O Córgo tem um bom time e, caso seja eles na semi, espero que se repita o que aconteceu em 2016, quando saímos com a vitória e fomos para a final. Já o time do Sport eu assisti um tempo só, que eles fizeram contra o Barão. É um time que joga pra cima e um time muito rápido. Não podemos escolher adversário. Quem vier será um grande jogo e esperamos vencer para chegar a mais uma final e no objetivo maior, que é ser tetracampeão.

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