Carlão e Dib: A região tem seus consulados palmeirenses

A Sociedade Esporte Palmeiras possui um Departamento de Interior. Atualmente, ele é comandado por Tarso Gouveia, conselheiro eleito, ele é o diretor do setor, que tem como principal objetivo expandir para o interior ações ligadas à instituição.

Entre os trabalhos realizados pelo departamento, está a manutenção de consulados, habitualmente com um representante escolhido por cidade, seguindo uma previsão estatutária. Na região, Dib Antônio Filho é o cônsul em Mogi Guaçu. Na vizinha Itapira, a função está a cargo de Carlos Aparecido Jamarino. Ambos iniciaram a trajetória há mais de 20 anos, quando, na época, Olavo Reale era o responsável pelo departamento. “Eu era só torcedor na época, em 1999. O Palmeiras estava jogando muitas finais e a gente não conseguia comprar nada, porque tinha que ir para lá comprar. Eu fui fazer o contato e ele me nomeou cônsul”, relembrou Dib.

Com a função de divulgar o clube como um todo, Dib, que conhece bem o funcionamento de uma instituição do segmento, já que é presidente do Cerâmica Clube, conta que, recentemente, teve entre as ações a presença de uma equipe de futsal da cidade em um torneio organizado pelo Palmeiras. “Levamos os jogadores do Amigos do Futsal para a Copa Palmeiras, que tinha olheiros do clube e foi muito bacana”.

O itapirense Carlão Jamarino, hoje, vai até um pouco além da função de cônsul. Nomeado há mais de 15 anos, ele explica que, acima da posição, está o fato de todo cônsul ser um associado do interior, algo que está previsto no estatuto do clube, com direito a usar as dependências do Palmeiras por 30 dias dentro de um ano e outras vantagens. Carlão, porém, se tornou, há anos, sócio da capital. Frequenta mensalmente o clube e participa das eleições como eleitor e até ficando à disposição como mesário, por exemplo. Votou nas duas últimas eleições e irá, mais uma vez, participar do pleito no final de 2018.

“Tenho a participação em um grupo, que tem diretor, conselheiro do Palmeiras. Não participo diretamente da política, tomando decisões. Ainda não. Não sou conselheiro, mas, participo junto. Vou ao clube constantemente, ao menos uma vez por mês vou para lá, independente de ter jogos ou não. Não ganho nada para fazer isso”. Carlão acredita que, em mais um ano, terá tempo suficiente como membro do quadro societário para disputar, por exemplo, uma eleição para integrar o Conselho.

Em relação à função de cônsul, ele ressalta que a essência é apresentar aos moradores da cidade do interior o que é a instituição. “Ser cônsul, na verdade, é um esforço de um associado de uma cidade, do Interior, por exemplo, para representar e divulgar o que é a marca Palmeiras. Não apenas como time de futebol, mas, como um clube, de forma geral”.

Carlão e Dib ressaltam as vantagens, por exemplo, de ser ‘Sócio Avanti’, que possibilita, por exemplo, direito a compra de ingressos na abertura das vendas. Assim, aproximando cada vez mais o clube de cidades distantes, o Verdão cresce e segue na luta por aquilo que o torcedor, que mora do lado do estádio ou do outro lado do mundo que: títulos!

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