Copinha terá edição histórica em 2019

A Copa São Paulo chega em 2019 à sua 50ª edição. Um numeral redondo, bonito e com a pompa que a competição merece. Afinal, é o maior torneio de futebol de base do planeta. Olheiros de todo o planeta dão uma espiada em partidas da competição, assim como observadores de clubes grandes do país sondam as promessas de agremiações de menor porte.

É a chance de projeção para muita gente. Hoje, 128 clubes estão na disputa. Número recorde, que repete o alcançado em 2018. Mas, nem sempre foi assim. Na primeira edição, em 1969, apenas quatro clubes participaram da competição, que ainda se chamava Taça São Paulo de Juniores. Corinthians, Juventus, Nacional e Palmeiras jogaram o torneio, que terminou com a taça do Corinthians, hoje maior campeão, com 10 taças. As partidas ocorreram no Centro Esportivo Vicente Feola, na Vila Manchester e eram organizadas pela Prefeitura de São Paulo. Em 1987, o então prefeito Jânio Quadros decidiu não arcar com a Taça São Paulo, que não foi realizada naquele ano. Foi o único ano sem a Copinha. Anos depois, a Federação assumiu a realização e o torneio fixou a final no dia 25 de janeiro, em homenagem ao aniversário da capital paulista.

A competição cresceu com o tempo. Ainda na década de 1970, admitiu clubes de outros estados. Na década de 1990, foi a vez de agremiações estrangeiras, como o Boca Juniors, o Peñarol. Em 49 edições, a competição revelou nomes como Falcão, Casagrande, Raí, Rivaldo, Luizão, Djalminha, Dener, Kaká, Fred e Neymar. Em 2010, 3.840 jogadores, dos 128 clubes postulantes à taça, sonham em trilhar o mesmo caminho destes craques. E na Esportiva Itapirense, não é diferente. Os 30 nomes das páginas anteriores vivem com o mesmo objetivo e a caminhada começa, mais uma vez, no dia 2 de janeiro, em uma edição histórica da maior Copinha de todos os tempos.

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