O mercado dos e-sports não para de crescer

O universo do e-sports é uma realidade. E não tem volta. Entre as novidades editoriais do GRANDE JOGADA para 2019, está a abertura do espaço para este segmento que não para de crescer. O que antes era diversão para muita gente e estava relacionada a ‘nerds’, hoje movimenta um mercado bilionário e cria uma horda de cyberatletas.

O Brasil é o terceiro maior público cativo do mundo. Segundo um levantamento feito por uma empresa do setor, o país tem 75,7 milhões de jogadores (entre profissionais, amadores ou que jogam no celular). O mercado de games brasileiro movimenta cerca de US$ 1,5 bilhão (R$ 6,2 bilhões) em negócios.

Para se ter uma ideia, clubes de futebol, como Flamengo e Corinthians, já contam com equipes formadas em várias competições. A semelhança com o esporte mais popular do país não para por aí. Um jogador top pode ganhar igual a um atleta de Série A do Brasileiro, com rendimentos mensais entre R$ 300 mil e R$ 400 mil. A questão ainda é. São milhões de jogadores e, uma parcela muito pequena fatura milhões em um ano.

“É um mercado que cresce a cada ano e as empresas do setor estão investindo cada vez mais”, afirmou Felipe Geraldi, sócio-proprietário da F5 Infotech, loja itapirense que comercializa computadores, componentes e acessórios voltados para os gamers, além de crédito, conhecido como ‘cash’, para jogos como Point Black e Perfect World. São produtos de marcas como Level Up, On Game, Gogle Play, Free Fire, MU Online e MU Legend, além dos Riot Points, vulgos RP, do League of Legends (também chamado de LoL), um dos jogos mais populares do planeta..

“A procura tem crescido na mesma proporção em que o segmento ganha destaque no país”, frisou. Hoje, além de canais em redes sociais como o Youtube e plataforma de streaming, como o Twitch, os e-sports têm espaço em canais da TV aberta, além de programas exclusivos em emissoras pagas, especializadas em conteúdo esportivo. O universo dos esportes eletrônicos é cada vez maior e potências, como a China, evidenciam esta nova era. Em novembro do ano passado, o país anunciou a construção de uma ‘cidade de e-sports’.

O investimento deve chegar a R$ 8,5 bilhões e ficará em Hangzhou. Esse é apenas a parte inicial do projeto, que promete criar 13 instalações gamers até 2022, com direito a hospital para jogadores, centro acadêmico, hotel temático e um parque de diversão. Ou seja, no Brasil e no mundo, os e-sports transmitem uma certeza. Vieram para ficar. Assim como o espaço aberto para este assunto aqui no GRANDE JOGADA!

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