Mogi Guaçu e a constante força nos Regionais

A delegação guaçuana é a que conta com o maior número de atletas e membros entre as três cidades da Baixa Mogiana. A SET (Secretaria de Esporte e Turismo) divulgou um número total de 224 atletas e 256 integrantes da delegação. Os guaçuanos estiveram no Top10 da competição em 2018. Em Santa Bárbara d’Oeste, o município somou 89 pontos, sendo 38 no feminino e 51 no masculino, dividindo a oitava colocação com Araras. O desempenho do ano passado é apenas mais um ponto de motivação para a cidade mostrar a sua força nos Jogos Regionais.

Mogi Guaçu está confirmada em 28 das 69 disputas previstas pelo cronograma da competição. Na relação abaixo, estão os nomes de 25 destas 28 modalidades. As exceções que não foram obtidas pelo GRANDE JOGADA são futsal masculino sub20, malha e xadrez feminino sub20. Entre as apresentadas abaixo, alguns destaques. Hellen Janaína Marçal da Silva está inscrita no atletismo e no atletismo ACD (Atletas com Deficiência). Além de ser a única entre as três cidades a participar destes dois tipos de competições, Hellen é a atleta guaçuana que disputará mais medalhas, nove no total.

Seu técnico, Simão Pedro Alves Pego é o que estará à frente de mais equipes: quatro (atletismo ACD masculino e feminino e atletismo masculino e feminino). Entre seus atletas, destaque ainda para Ovanir Ezequiel Machado, que além de competir em quatro provas no atletismo, será o técnico na capoeira masculina e feminina. Outro treinador guaçuano que comandará equipes distintas é José Miguel de Souza Franco, que está à frente do futebol masculino sub20 e do tênis masculino livre.

Neste último, uma curiosidade. Rafael Longhi Breda será assistente técnico no futebol e atleta no tênis. Além disso, ele está inscrito por Itapira como treinador do futsal sub20 e assistente do futebol de campo. Rafael é o único na lista de 714 nomes relacionados pelas três cidades a representar duas delegações diferentes, situação liberada pelo regulamento dos Jogos.

Nas imagens abaixo estão a relação nominal de atletas e membros de comissões técnicas que foram convocados para representar Mogi Guaçu em 2019. Há modalidades sem chaveamento pré-definido, como o atletismo e a natação. Outras, como futebol, futsal e handebol contam com grupos em uma primeira fase e são concluídas com partidas eliminatórias. E também existem modalidades com chaveamento único. As únicas modalidades que não aparecem na relação são as de disputas individuais, com duelos entre cidades e chaveamento pré-definido até o final. Os casos são do judô e do tênis de campo e a relação completa com todas as modalidades pode ser vista clicando aqui.

ALOJAMENTO
Escola Estadual professor Silvino José de Oliveira
Rua Miguel Couto, nº 716 – Vila Cordenonsi – Americana

A antiga Capital Cerâmica jamais perdeu o seu charme. Desenvolvimentista por natureza, Mogi Guaçu foi elevada ao status de vila e emancipada de Mogi Mirim em 9 de abril de 1877. Porém, a história é muito mais ampla, com registros de atividades mineradoras por volta de 1650.

O livro “Mogi Guaçu: Três Séculos de História”, do escritor Ricardo Artigiani, relata que a relação com o esporte começou através do futebol, em 1905, graças ao professor Geraldo Correa. O primeiro ponto de encontro dos boleiros foi a esquina da rua José de Paula com a rua Paula Bueno, no Centro da cidade. Mais tarde, o esporte ganhou novos adeptos, como os funcionários da Cia. Mogiana de estrada de ferro.

Nos momentos de folga, eles batiam uma bola num campo improvisado atrás da antiga estação, na praça Duque de Caixas, também no centro. Agremiações nasceram. O Mogi Guaçu Sport Club é um dos mais antigos registros, assim como o Clube Atlético Guaçuano, que tem em Alexandre Augusto Camacho uma das figuras mais importantes no distante passado esportivo da cidade.